A melhor noite que já dormimos desde que estamos na Tailândia! Grandma Kaew House aprovada! Fresquinho, colchão do melhor e escuridão total no quarto! 🙂

Mesmo à campistas fomos tomar o pequeno almoço de pijama: torradas, leite, café e bananas! Melhor do que os improvisados nos últimos dias em Chiang Mai à base de dim sum, croissant plástico e minute maid que é mais açúcar que laranja…
Não é fácil largar o ar condicionado do quarto mas Chiang Rai, mesmo a ferver, chama por nós! É uma cidade muito mais pequena e calma que Chiang Mai. Ainda se vêem turistas aqui e ali, muitas casas de organização de tours mas não tem comparação! Conseguimos andar a caminhar a manhã toda pela cidade e só fomos chateados uma única vez por um tuk tuk driver com a frase que mais se ouve nestas terras “tuk tuk tuk tuk where you going?” repetidamente! 🙂
Mais uma vez o mapa que nos arranjaram é desafiante mas felizmente aqui há tabuletas indicadoras por toda a parte com o sentido dos principais pontos, e se não perdermos a noção em que direcção é a torre do relógio, sabemos sempre onde é o centro! 🙂


Aqui, como em todas as outras cidades, porta sim porta sim é uma casa de massagens tailandesas… Acho que é desta que não resistimos! Até porque daqui seguiremos para o Laos! 🙂
O passeio pela cidade levou-nos ao Wat Phra That Doi Tong, mas a sala principal está em obras acabámos por só passear pelo exterior.

Continuámos o passeio pelo templo mais informativo que visitámos, o Wat Phra Kaeo tem em anexo um museu bem interessante. Foi aqui neste local que foi descoberta aquela figura do Buda de Esmeralda, a imagem mais sagrada da Tailândia que vimos em Bangkok. Aqui agora só existe mesmo uma réplica feita na China com 300 kg de jade…para uma estátua com cerca de 60 cm de altura…


O almoço foi quase tão picante quanto os pratos que comemos na Índia…mas muito diferente e à base de gengibre…não foi nada fácil comer até ao fim, só mesmo ajudados por 1 litro e meio de água…
Pelo caminho comprámos uma melancia que depois de algumas horas no frigorífico do quarto estava divinal!! A senhora da guest house achou piada estarmos a devorar uma melancia nas mesas do alpendre e ofereceu-nos líchias para juntar à festa! Pelos vistos, Chiang Rai é mesmo a terra desta fruta. Foi uma estreia esta fruta em modo fresco acabado de apanhar da árvore…e não é nada má! 🙂

O passeio pela cidade convenceu-nos, e ainda não fomos visitar o White Temple que é o que traz os turistas a Chiang Rai, e está a ser construído pelo mesmo artista da Torre do Relógio, Chaloemchai Kositpipat. Como fica a 13km da cidade, decidimos deixar para amanhã que teremos uma scooter para um passeio maior! Por hoje, recantos bonitos junto ao rio quase seco, mercados e mimos doces para repor energias! Aconselhamos dar o gosto à gula na Gelataria Swensen’s! 🙂



A noite foi jantar no night bazaar com música ao vivo num food court ao ar livre e um passeio nocturno pela cidade que se revelou melhor que o esperado! Às 9 em ponto, a torre do relógio dourado ofereceu-nos um espectáculo de luz e som muito giro. Mais engraçado é como a vida continua à volta dele como se nada se passasse, afinal é só a rotunda principal da cidade! 😛

3 comentários
Olá,
estou a seguir todos os vossos relatos e a gostar muito. Desejava estar ai a fazer o mesmo…eh eh eh
beijinhos,
kiki
(amiga da joana :P)
Acho engraçado o facto do registo das aventuras ser feito pelos dois. Ambos conseguem fazer um relato muito vivo. Estou a adorar 🙂 Obrigada João e Joana
Para nós também está a ser muito giro fazer o relato diário, porque vamos vendo a visão de um e do outro. E é uma maneira de reflectirmos sobre o que vamos vendo, e também de no futuro sabermos sempre por onde andámos e o que fizemos!